domingo, 23 de outubro de 2011

cerol pipas e mortes










13/09/2011 - 17h24
Programa "Cerol Não," atendeu mais de 10 mil crianças em SB
Fonte: Redação; Foto: Divulgação/ Prefeitura
Crianças de seis a onze anos foram atendidas pelo programa desenvolvido pela Sesetran


O projeto "Cerol Não", desenvolvido pela Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil (Sesetran) até o fim do mês de agosto, divuglou o balanço das palestras preventivas. No total, mais de 10 mil crianças participaram do programa, que apresentava diversas palestras e vídeos educativos sobre os perigos do uso da substância cerol. "Tivemos bastante trabalho, mas foi muito proveitoso, porque as crianças puderam perceber os riscos da utilização do cerol e outras substâncias cortantes nas suas linhas de pipa", explica o guarda civil Vanderlei Soares da Silva, palestrante do projeto.
"Além do cerol, alertamos também para o uso do mistura conhecida como 'chilena', que também é usada nas linhas e é tão nociva quanto o cerol. As crianças apresentaram boa recepção nas palestras, foi muito produtivo", diz Vanderlei.
Por conta do projeto, escolas estaduais e outras instituições pediram à pasta para serem incluídas na programação de palestras. "Escolas estaduais e outras, que não fazem parte da gama original de instituições integrantes do 'Cerol Não,' requisitaram nossos serviços", relata o guarda.
Ao fim, o palestrante reforçou o aviso. "Nós queremos deixar bem claro que estimulamos a brincadeira de pipa, mas tudo deve ser feito de modo consciente, sem substâncias que coloquem a vida das pessoas em risco", finaliza.
























                                                                     Introdução

                                         
            No Brasil o trabalho livre e assalariado ganhou espaço após a abolição da escravidão, em 1888, com a vinda dos imigrantes europeus, mas as condições impostas eram  ruins, gerando no País as primeiras discussões sobre leis trabalhistas.
            O atraso da sociedade brasileira em relação a esses direitos impulsionou a organização dos trabalhadores, formando o que viriam a ser os primeiros sindicatos brasileiros.
            As primeiras normas trabalhistas surgiram no País a partir da última década do século XIX, caso do Decreto nº 1.313, de 1891, que regulamentou o trabalho dos menores de 12 a 18 anos. Em 1912 foi fundada a Confederação Brasileira do Trabalho (CBT), durante o 4º Congresso Operário Brasileiro. A CTB tinha o objetivo de reunir as reivindicações operárias, tais como: jornada de trabalho de oito horas, fixação do salário mínimo, indenização para acidentes, contratos coletivos ao invés de individuais, dentre outros.
            A política trabalhista brasileira toma forma após a Revolução de 30, quando Getúlio Vargas cria o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. A Constituição de 1934 foi a primeira a tratar de Direitos do Trabalho no Brasil, assegurando  a liberdade sindical, salário mínimo, jornada de oito horas, repouso semanal, férias anuais remuneradas, proteção do trabalho feminino e infantil e isonomia salarial.
            A necessidade de reunir as normas trabalhistas em um único código abriu espaço para a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), criada em 1943. Entre os anos 1940 e 1953, a classe operária duplicou seu contingente. Aos poucos, também iam nascendo os sindicatos rurais.
            O golpe militar de 1964 representou a mais dura repressão enfrentada pela classe trabalhadora do País. As intervenções atingiram sindicatos em todo Brasil e o ápice foi o decreto nº 4.330, conhecido como lei antigreve, que impôs tantas regras para realizar uma greve que, na prática, elas ficaram proibidas.
            Depois de anos sofrendo cassações, prisões, torturas e assassinato, em 1970 a classe trabalhadora vê surgir um novo sindicalismo, concentrado no ABCD paulista. Com uma grande greve em 1978, os operários de São Bernardo do Campo (SP) desafiaram o regime militar e iniciaram uma resistência que se estendeu por todo o País.
            Após o fim da ditadura em 1985, as consquistas dos trabalhadores foram restabelecidas. A Constituição de 1988 instituiu, por exemplo, a Lei nº 7.783/89, que restabelecia o direito de greve e a livre associação sindical e profissional.


 Relação entre Empregado X Empregador: Visando a harmonia no trabalho.

            2.7.  Proveito Estratégico
            As leis trabalhistas são entendidas não só como dendenciosas, que favoressem na maioria das vezes os clientes, mas quando devidamente estudadass poderão ajudar a empresa.
            Os gestores devidamente qualificados e preparados tem condições de evitar ações trabalhistas, provocadas junto a justiça do trabalho, pelo quadro de colaboradores, de forma individual ou coletiva, os quais buscam direitos que julgam garantidos por lei, que em uma visão estratégica evitará prejuízos e consequentemente litígio entre empresa e empregados.
            Outro fator preponderante é a questão da responsabilidade social junto aos orgãos competentes, no intuito de evitar multas ou embargos e na pior das possibilidades até mesmo a decretaçãos do encerramento das atividasdes da empresa.
            Embora o conhecimento das leis do traballho é de fundamental importância, ainda não se deve perder de vista a extraodinária vantagem das convenções coletivas, pois é nelas que ficam protocoladas junto ao ministério do trabalho e do emprego as decisões manisfestadas da vontade entre empregado e empregador, cujo acordo em uma visão estratégica, só pelo fato de o empregado não ter que ficar brigando por um direito que ele julga ter, minimizando situações conflituosas.
             Com isso o colaborador se sente motivado e valorizado e a ampresa ganha em produtividade e assiduidade, no qual o resultado será uma empresa mais competitiva e corporativa.

            3. Considerações Finais
           
            Através deste estudo entendemos melhor como se deu o processo da evolução das relações sindicais no Brasil e compreendemos que uma organização é construída de pessoas, e estas que exercem suas atividades laborais, transformando produtos ou serviços, são dotadas de diferentes valores e possuem modo próprio de serem, sejam pela cultura ou ambiente que vivem e também possuem direitos constitucionais garantidos.
            E existem outras organizações, também constitucionalmente garantidas, que respaldam seus atos, são os sindicatos, que defedem sua categoria de trabalho, os quais regulamentam as relações de trabalho e, mediante intervenção, agem em favor dos empregados, portanto a necessidade de um constante equilíbrio, no intuito de equacionar as mais diversas situações para que a empresa tenha lucratividade e alcance seu objetivo, que é o lucro e competitividade, bem como reconhecimento no mercado nacional e em alguns casos internacional, pela sua postura diante dos seus colaboradores, clientes, fornecedores e ainda com Responsabilidade Social.
            4. Referências

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Seleção por competência

O PROCESSO DE SELEÇÃO
Hoje em dia a seleção por competência vem ganhando espaço cada vez mais nas organizações, pois com isso diminui as chances da seleção dar errado e  fácil de medir cada habilidade que o individuo possui para um bom desempenho no cargo e conseqüentemente desenvolver melhor suas tarefas.

VANTAGENS E RELAÇÃO CUSTO BENEFICIOS

Entre as vantagens da seleção por competência podemos destacar as seguintes:
·         Mais objetiva, processo sistêmico
·         Maior facilidade na avaliação de desempenho futuro
·         Maior garantia de uma contratação de sucesso
·         Maior adequação do profissional a empresa
·         Maior produtividade


Hoje em dia para as contratações tem se dado muito valor nas características individuais do individuo, porém as pessoas mais procuradas são as competentes com habilidades técnicas, políticas e comportamentais, que atinjam resultados, compartilham valores, liderem organizem, controlem e satisfaçam os requisitos na execução de seu papel na empresa.                                                                                                                               
            
                                                                                                                                 
Principais técnicas de seleção

Após ter reunido conhecimento, habilidade e atitude e ambas interagindo de forma dinâmica e além de já ter todas as informações através da análise do cargo aí então vem;
O momento de entrevista-lo
Provas de conhecimento e capacidade
Testes psicometricos
Testes de personalidade técnica de simulação
E para tanto nunca devemos esquecer-nos de complementarmos o perfil da vaga e o perfil pessoal e profissional
Perfil da vaga:
· Salário, benefícios, local de trabalho, folga, horário, atribuições, responsabilidade, valores pessoais do indivíduo e da empresa.
Perfil pessoal e profissional:
·         Idade, sexo, local de moradia, experiência profissional e conhecimento.


A competência mais desenvolvida e procurada atualmente são as técnicas do perfil  comportamental e afirmam ainda que uma vez determinado o perfil comportamental que a função precisa, então são identificada as características do individuo.
 Alguns testes para medir o perfil da habilidade comportamental:
PI
QUANTUM e EVA


Analise de um currículo


O que um currículo pode indicar?
Podemos entender como sendo um instrumento quais  indica a experiência de uma pessoa ou, seja, as suas realizações profissionais, e com isso pode indicar quais são os seus objetivos.

Na analise de um currículo podemos ainda verificar a trajetória profissional  do candidato
A escolaridade
Curso de aperfeiçoamento se é uma pessoa que esta constantemente atualizando se
Especializações e dados pessoais
Em resumo é aqui que se evidencia, revela o perfil desejado e na maioria das vezes é nele que descobrimos se o candidato possui instabilidade ou estagnação nos empregos anteriores , atualizou ou se não é desorganizado ; muito embora deve ainda checar as informações mediante outros testes , como por exemplo os de conhecimento, de desempenho e os psicológicos se realmente forem validos ou necessários para a devida autenticidade dos fatos ora relatados pelo pretendente da vaga.

O fator mais importante  ao analisar um currículo é as realizações do candidato a referencia da universidade em que se formou  é muito importante mas não tanto quanto suas realizações;
Também devemos tomar cuidado com certos exageros por parte do candidato pois muitas vezes certas informações podem  serem tendenciosas e não condizem com a realidade observada.

Para isso devemos analisar a consistência do currículo:
·         Devemos começar com a carreira profissional do candidato
·         Seu crescimento deve ser harmônico
·         Verificar os cargos ocupados e se teve sucesso neles ou não
·         Verificar a redação e o bom português.
                                                                                          
          Referência bibliográfica:


              Site: WWW.rhportal.com.br
             (Seleção por competência)
                                                                                                                              
        Pontes, Rodrigues, Benedito. Livro: (Planejamento Recrutamento e      Seleção, PLT 2010), 5° Ed. 2° tiragem, Cap.8,9 e 10

Mercado de trabalho e mercado de Recursos Humanos


conforme Faissal,(2005), do livro atração e seleção de pessoas o mercado de trabalho como podemos perceber tem mudado de forma espantosa, devido alguns fatores de transformação dentro do contexto econômico e de forma Makro.
Os avanços tecnológicos e a globalização têm sido fatores preponderantes causando grandes impactos nas organizações.
Dentro de uma visão sistêmica a organização tem procurado e desenvolvido as mais variadas estratégias para atrair e manter colaboradores, e em razão do fator geo - econômico tem contribuído para a decisão de certas remunerações.
A oferta e a procura tem sido outro fator de que tem influenciado nas contratações de profissionais bem como a variedade de certos benefícios oferecidos pelas organizações e as condições de trabalho.
Com as inovações tecnológicas as oportunidades de trabalho foram fortemente atingidas, onde o profissional moderno e atual demanda outras formas de aperfeiçoamento e qualificação ou seja a oferta de trabalho tem sido globalizada estas organizações precisam aquacionarem  a esta tendência para continuarem sendo competitivas.

Até onde o Dinheiro motiva as pessoas?

SALÁRIO E MOTIVAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DE OUTROS FATORES ALÉM DO SALÁRIO PARA A SATISFAÇÃO E A REALIZAÇÃO PROFISSIONAL
Salário

Art. 457 da consolidação das leis do trabalho e citada no livro Rotinas trabalhistas de A a Z, pág.124,2º edição, Juruá editora, autor  Gilson Gonçalves define salário “como sendo a contraprestação dos serviços prestados pelo empregado, devida e paga diretamente pelo empregador. De uma forma concisa, salário é todo valor pago ao empregado, pelo empregador, por exemplo: salário básico,percentagem, gratificações, abono etc.”
Entende se ainda por salário a retribuição em dinheiro ou equivalente paga pelo empregador ao empregado em função do cargo que este exerce e dos serviços que presta, normalmente durante determinado período de tempo.
Existem várias teorias motivacionais quanto o salário e seu papel motivacional, dentre estes podemos citar os seguintes autores:
Teoria de Abraham Maslow;
Citada no livro Administração de cargos e salários Carreira e Remuneração, autor, Pontes, Benedito Rodrigues 15º edição pág. 28, defende que os seres humanos possuem uma hierarquia de necessidades que quando atendida uma necessidade imediatamente surge uma outra e, em uma escala de cinco tendo a necessidade de atender a todas elas, sendo as necessidades primarias como, alimentação, moradia e repouso considera Maslow ainda a necessidade de segurança individual e familiar ou seja a proteção de sua família e a estabilidade no emprego e sociais como  amizade e aceitação.
Depois vem as necessidades secundárias que são; auto-estima e auto-realização sendo que a auto-estima contribui significativamente para o sucesso tanto pessoal como profissional.
Sendo assim entende se que para que seja contemplada a essência da satisfação o sucesso depende do sentimento de auto-estima do indivíduo, contudo ela advém do atendimento de suas necessidades individuais e familiar no qual é um indicador de prestigio e poder tudo isto decorre da remuneração percebida.
Já para Frederick Herzberg além do salário existem outros fatores que interferem na vida do individuo e dividem se em dois:
·                    Os higiênicos
·                    Motivacionais
Os higiênicos são oriundos dos ambientes de trabalho, clima elevado e um bom relacionamento com seus superiores.
Os motivacionais depreendem do reconhecimento pelos serviços prestados bem como  o crescimento profissional e pelo grau de responsabilidade exigida.
 David MacClelland  defende a teoria da motivação pelo êxito ou pelo medo onde ele destaca três motivos, ou seja três necessidades para que o individuo se sinta motivado.
Que são:
·                    Realização (competir como forma de auto-avaliação)
·                    Afiliação (relacionar-se cordial e afetuosamente)
·                    Poder (exercer a influência)
     Ele sustenta  ainda que esta teoria mostra que cada individuo tem diferentes níveis de cada motivo citado porém sempre terá estas motivações acima citada e em especial a  da realização, que nada mais é que a motivação pelo êxito e que é manifesta logo na infância.
Elas tem ainda relação com a resolução de problemas caracterizando o estilo de cada pessoa.
Estabelecendo um comparativos entre estas teorias podemos entender que;
Maslow - em sua teoria podemos perceber que o homem esta sempre em busca constante de novas realizações quer conquistar cada vez mais seja para atender suas necessidades ou para se firmar diante do grupo em que vive,
Talvez buscando um grau mais elevado de superioridade.
Herzberg - este vai um pouco mais além onde vê que o ambiente de trabalho é muito importante e a relação com os superiores,pois se não se tem um ambiente favorável de trabalho para se trabalhar devido diferentes comportamentos e se estabelece uma relação conflituosa mesmo com os melhores salários a permanência ficará insustentável e motivo de auta rotatividade de pessoal. 
David McClelland - este aborda tópicos que complementa as teoria de Maslow Herzberg , porque fala de competir para se avaliar  dentro daquilo que entende como medida de realização e sabe se que desde criança  tais atitudes deste perfil já são tomadas.
Ainda fala sobre comportamentos afetivos onde podemos entender como estratégicos e fundamentais para uma consolidação daquilo em que se pretende.
O poder também tem seu auto papel pois as influência determinam o seu grau de  entrosamento e o quanto esta envolvido com as causa e objetivos que se deseja.
Todos a sua época e em seu momento, seja defendendo as hierarquias das necessidades em seu conjunto ou por fatores higiênicos como ambiente de trabalho, valorização do colaborador respeito e possibilidades de desenvolvimento, bem como realizações em sua mais diversas forma s buscando o poder e tal influencia todos tem em como que o dinheiro é importante mas por si só sem outros valores de nada adianta é um conjunto de forma sistêmica e devidamente entendida alinhada aos interesses do individuo e da organização.
Resenha
Diante do que foi estudado e defendido entendemos que o dinheiro, o salário, é muito importante,mas as organizações em que desejarem reter e atrair colaboradores comprometidos e satisfeitos que produzam produtos ou serviços com qualidade fazendo da empresa um mercado cada vez mais competitivo terá que olhar mais longe com uma visão ampliada tendo um plano de gestão de pessoas e que contemple satisfação de necessidades planos de carreiras com perspectiva de crescimento e pessoas altamente motivadas eu diria até mesmo apaixonadas pelo que fazem com treinamento e desenvolvimento constante.
Existem grandes empresas especializadas em pesquisa como por exemplo a GREAT PLACE TO WORK EMPRESA DE CONSULTORIA que conseguiu provar através de pesquisa saberem o que torna um ambiente de trabalho excelente não é somente o salário conforme percentuais demonstrado pela pesquisa:
54% buscam oportunidade  de crescimento e desenvolvimento.
Que o dinheiro é um fator preponderante no quesito  motivacional, é inegável, todavia não podemos perder de vista outros fatores já discutidos e teorias defendida por estudiosos do comportamento que movimentam as pessoas e capazes de galgarem patamares elevados e de forma corporativa.
Embora, seja o salário a mola propulsora de motivação, mas como tudo na vida deve ser percebido e usado com parcimônia.
Motivação é algo intrínseco que necessita, nasce e parte de dentro da pessoa e não extrínseco.
Isto posto podemos concluir que o dinheiro por si só não é suficiente para motivar e compensá-la na alma.
    
  Talvez é neste contexto em que Ebrahan Maslow, Frederick Herzberg e David macClelland dentre outros tem buscado equacionarem este ponto tão intrigante.
Contudo ambos tem em suma o motivo que faz o individuo sentir-se bem e produzir mais e com qualidade.
Segundo ebraham maslow o homem sente a necessidade de satisfazer seja no campo fisiológico, ou seja, a de atender as necessidades básicas como a de alimentação, moradia e repouso e as necessidades de segurança que envolvem a proteção sua e a de sua família bem como a estabilidade no emprego.
No quesito segurança advém a estabilidade no emprego proteção de sua família a sua própria bem como a estabilidade no lar.
 Isto exposto notamos que se desejamos um equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal onde conforme pesquisa realizada pala empresa de consultoria GREANTE TO WORK  renomada e com sede nos estados unidos e afiliada no Brasil tem ouvido empregadores do mundo todo inclusive no Brasil e grandes corporações em todo o mundo para entender o que torna um ambiente de trabalho excelente, ou seja, altamente motivador, vejam que:
·                    4% dos entrevistados disseram que deseja estabilidade no emprego;
·                    1á 4% remuneração e benefício;
·                    25% equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional;
·                    54% oportunidade de crescimento e desenvolvimento;
·                    3% outros.
Então percebemos que mais da metade das pessoas entrevistadas buscam oportunidade de crescer e desenvolver-se, isto significa que os que os profissionais do século xxl desejam principalmente que fazem parte de algo importante e que há uma causa a ser perseguida  e que o seu trabalho motivado alavancará o crescimento da organização e oportunizará seu próprio crescimento e querem sentir que estão evoluindo.
Por estes e outros motivos é que entende se  e conclui que as organizações devem desenvolver ambientes de trabalho que propiciem nas pessoas percepções que atendam as seguintes demandas:
Oferecer de forma clara e sistemática oportunidades de crescimento
Conciliar o trabalho com a vida pessoal, ou seja, estabelecer um equilíbrio entre ambos não exigindo dedicação exclusiva que gere distorções em outras areada vida.
Dar-lhes uma causa a ser perseguida com missão, visão e gerando engajamento e sensação de fazer parte de algo maior com valores da corporação amplamente difundidos e compartilhados.
Para Maslow nas necessidades secundarias como as necessidades sociais, auto estima e auto realização dará a sensação de prestigio e poder.
Já para Frederick hezberg os fatores motivacionais como valorização profissional e perspectiva de crescimento e os higiênicos como ambiente de moral elevada e bom relacionamento com os superiores hierárquicos.
Para David mcclalland a realização que trata da competição como um elemento para se auto avaliar se
Afiliação ou, seja, relacionar de foram afetuosa e cordial.
Enfim o poder como forma de demonstração de influencia onde se tem a finalidade de atingir os melhores resultados na busca da satisfação pessoal e com isso tendo um melhor aproveitamento das capacidades e a desenvoltura de suas habilidades cujas competências vão além daquelas naturais do ser humanos dado a necessidade de aprendizagem constantes.




  

 



Idéias para melhoria na educação brasileira;



Há ampla evidência de que o investimento na educação é uma condição necessária, para o aumento da produtividade, melhorar a distribuição de renda, e para a consolidação da democracia.
A educação por si só não é condição suficiente para o crescimento, contudo é condição necessária, pois não há caso de sucesso dentre países que pouco cuida de sua educação.
De fato estima se que hoje, nos países avançados 75% do capital seja o conhecimento (know-how), ou seja, educação e crescimento estão intimamente ligados.
Educação custa dinheiro e não é pouco, no Brasil se gasta mais de 5% do PIB, e está na média mundial e há países gastando menos e conseguindo resultados bem melhores. Seja como for em números de funcionários o ensino é a maior industria do país.
O ensino básico segundo dados do site do instituto nacional de estudo e pesquisas educacionais Anísio Teixeira (INEP) ocupava 2.908.873 professores em 2006. Além disso, se contarmos os cursos informais, o tamanho econômico do setor de ensino se aproxima de 10% do PIB (CASTRO ET AL, 2006), portanto não se gasta pouco.
Não obstante, no ensino fundamental os gastos são insuficientes. Esse é um nível em que deveríamos dedicar bem mais recursos. Considerando que um aluno do fundamental custa um décimo do que se gasta com universitários da rede federal.
As estatísticas e os testes não deixam dúvidas: em matéria de educação o Brasil esta mal, apesar dos grandes avanços na matricula.
Somente em meados da década de 90 conseguimos universalizar a presença de crianças de 7 á 14 anos nas escolas. Foi muito tarde. Contudo a reprovação, repetência continua muito altas na transição da 4° para 5° serie é altíssima na 8° serie e no médio estas são as mais altas do mundo.
O grande escolho hoje é a má qualidade de ensino oferecido e boa parte pela repetência e evasão que aceleram a partir dos 14 anos. Nos testes do PROGRAMME FOR INTERNATIONAL STUDANT ASSESSMENT (pisa) estamos dentre os últimos ligados em um conjunto de países que hoje atinge um numero de 50.
Faz se imperioso recrutar melhor, pela lógica, a primeira providência para melhorar o em sino é recrutar professores com mais talento e potencial. Instrumento valioso são os programas de universidade para todos (Prouni) e o credito educativo, no lado financeiro se forem oferecido vantagem financeira para matriculados no curso de formação de professores, deve ser possível atrair para eles alunos mais talentosos.
As políticas de aumento salariais puros e simples são ineficazes, por tudo o que sabemos – que não é pouco. Comparando estado e países, não há correlação entre nível salarial dos docentes e qualidade de ensino. Por outro lado, adicionais por desempenho, seja para a escola, seja para o professor estão mostrando resultado muito positivo em muitos paises e mesmo em alguns experimentos brasileiros. Esse é o caminho.
A avaliação dos professores é um tema delicado. Por tudo o que sabemos, pela via da pesquisa, os cursos de reciclagem de professores, são ineficazes. Simplesmente não melhoram o desempenho dos professores em sala de aula. Não obstante, como demonstra a experiência dos  “sistemas de ensino”, cursos de como ensinar e como usar os livros adotados se revela altamente produtivos.
A carreira de docente apresenta equívocos lamentáveis que, ademais são politicamente difícil e serem sanados. A estabilidade de cátedra torna virtualmente impossível se ver livre de professores descomprometidos e negligentes. O progresso na carreira não pode ser apenas por antiguidade ou por cursos realizados. Nem um nem outro, deve estar estatisticamente associado ao desempenho, precisa ser avaliados periodicamente e o acumulativo de tais avaliações terem um peso sério nas promoções.
Um problema sério em muitos lugares é a impunidade diante do absenteísmo e em outros o excesso de rotatividade impossibilitando qualquer plano de melhoria do ensino. Uma alternativa politicamente menos traumática seria criar uma estrutura paralela de adesão voluntária. Quem quisesse optar por ela passaria por uma seleção mais rígida e seus salários teriam uma parte fixa e outra variável dependendo do desempenho. Igualmente as promoções seriam respaldadas pelo desempenho em sala de aula.
O outro lado da equação é que os professores se sentem desamparados e alienados diante de uma maquina burocrática impessoal e injusta.
É preciso ajustar as formas de relacionamento hierárquico e pessoal. Dando ao professor o justo valor e auto-estima que merece.
Quer pensamos em justiça ou em resultados, não é possível em um ensino de qualidade com professores insatisfeitos ou se sentindo desvalorizados.


Referência bibliográfica: Eboli ET AL, educação corporativa, edição especial S.Paulo, editora ATLAS S.A. - 2011